Chegamos a Araras com a expectativa nas malas. Encontramos uma cidade que nos dizia que o tempo é uma substância maleável que devemos moldar a nosso favor. A correria de nosso cotidiano certamente ficara retida em algum ponto não precisado entre as cidades. Desconfio mesmo que talvez tenha se permitido esquecer-se num dos bancos da Rodoviária de Araras admirando os tons de verde que já não mais se recordava ou quem sabe se perdera de si na contemplação dos pássaros e borboletas que se aproximam sem medo.
Nesse clima de “não há urgência maior que ser feliz” fomos acompanhando o chegar dos carros que traziam sotaques, rostos e olhares que brilhavam na investigação das paredes repletas de imagens de dançarinos como a nos convidar a fazer parte da história.
Reunindo dois conjuntos de apóstolos, os participantes do I Curso para Coreógrafos Espíritas foram convidados a uma maratona de estudos e práticas para um processo de metamorfose. Do casulo do salão, saíram vinte e quatro borboletas com a certeza de poder colaborar na semeadura do Mestre Jesus.
Finalmente reunidos no auditório, mais de uma centena de bailarinos presentes, deu-se início às apresentações.
As luzes fugiram da plateia para reacenderem- se na Terra, em um lindo globo azul, protegido, erguido e evoluindo nas mãos de seres angelicais que ao ocuparem os espaços do palco nos ensinaram que a FRATERNIDADE das cores é um passo a ser dado pela Humanidade para esse novo momento.
Na dobra do tempo/espaço onde passado e presente perderam suas fronteiras, visitamos épocas já vividas e pudemos vislumbrar o que nos espera.
Fomos convidados a mergulhar no tempo, levados pelas mãos de crianças para participar das reuniões na casa em Hydesville.
Acompanhamos a generosidade de quem busca nos passos de Paulo de Tarso se diminuir para que o outro cresça, na coreografia que pontuava que IGUALDADE vai muito além da simetria de braços e pernas.
Com as bailarinas como que saídas das caixinhas de música, aprendemos a alimentar os gestos rígidos e tensos com a alegria dos pequeninos. E com estes, aprendemos que nos que fazeres da auto-educação caminham juntos Seriedade e Alegria.
Descobrimos que teclado e violão dialogam com gestos e pincéis, e que no movimento da Arte que convida à Espiritualização o “acolher a diversidade” é palavra de ordem. Palavra que nos chegou a asas cintilantes de borboletas que sobrevoaram no palco e em nós, fazendo-nos sentir o gosto da LIBERDADE.
Vimos o pensamento tomar forma, compartilhamos da sensação de dançar entre as estrelas em companhia do cândido semeador e encantados vimos plasmar-se o visitante muito especial, que de sua mão fez jorrar a luz capturada pela bailarina para nós, num convite irrecusável: “Quando for convidado, vai”. (Lc, 14:10)
De repente, como uma torneira que se abrisse, a vibração da Arte do Movimento não cabia mais em nós, as lágrimas teimaram em cair como se tivessem rompido os diques da alma, e identificamos que nossos sentimentos careciam chegar muito além dos limites de Araras.
Como uma revoada que respondessem ao chamado do alto, os corredores foram se enchendo de malas, os colchões foram sendo substituídos pelas cadeiras e os companheiros recentemente (re) encontrados foram dirigindo-se como os duzentos da Galiléia a levar ao mundo, boas novas.
Um único sentimento em nosso coração:
É TEMPO DE IRRADIAR!
E como aprendemos há dobrar o tempo, direi apenas: Até breve!
Nesse clima de “não há urgência maior que ser feliz” fomos acompanhando o chegar dos carros que traziam sotaques, rostos e olhares que brilhavam na investigação das paredes repletas de imagens de dançarinos como a nos convidar a fazer parte da história.
Reunindo dois conjuntos de apóstolos, os participantes do I Curso para Coreógrafos Espíritas foram convidados a uma maratona de estudos e práticas para um processo de metamorfose. Do casulo do salão, saíram vinte e quatro borboletas com a certeza de poder colaborar na semeadura do Mestre Jesus.
Finalmente reunidos no auditório, mais de uma centena de bailarinos presentes, deu-se início às apresentações.
As luzes fugiram da plateia para reacenderem- se na Terra, em um lindo globo azul, protegido, erguido e evoluindo nas mãos de seres angelicais que ao ocuparem os espaços do palco nos ensinaram que a FRATERNIDADE das cores é um passo a ser dado pela Humanidade para esse novo momento.
Na dobra do tempo/espaço onde passado e presente perderam suas fronteiras, visitamos épocas já vividas e pudemos vislumbrar o que nos espera.
Fomos convidados a mergulhar no tempo, levados pelas mãos de crianças para participar das reuniões na casa em Hydesville.
Acompanhamos a generosidade de quem busca nos passos de Paulo de Tarso se diminuir para que o outro cresça, na coreografia que pontuava que IGUALDADE vai muito além da simetria de braços e pernas.
Com as bailarinas como que saídas das caixinhas de música, aprendemos a alimentar os gestos rígidos e tensos com a alegria dos pequeninos. E com estes, aprendemos que nos que fazeres da auto-educação caminham juntos Seriedade e Alegria.
Descobrimos que teclado e violão dialogam com gestos e pincéis, e que no movimento da Arte que convida à Espiritualização o “acolher a diversidade” é palavra de ordem. Palavra que nos chegou a asas cintilantes de borboletas que sobrevoaram no palco e em nós, fazendo-nos sentir o gosto da LIBERDADE.
Vimos o pensamento tomar forma, compartilhamos da sensação de dançar entre as estrelas em companhia do cândido semeador e encantados vimos plasmar-se o visitante muito especial, que de sua mão fez jorrar a luz capturada pela bailarina para nós, num convite irrecusável: “Quando for convidado, vai”. (Lc, 14:10)
De repente, como uma torneira que se abrisse, a vibração da Arte do Movimento não cabia mais em nós, as lágrimas teimaram em cair como se tivessem rompido os diques da alma, e identificamos que nossos sentimentos careciam chegar muito além dos limites de Araras.
Como uma revoada que respondessem ao chamado do alto, os corredores foram se enchendo de malas, os colchões foram sendo substituídos pelas cadeiras e os companheiros recentemente (re) encontrados foram dirigindo-se como os duzentos da Galiléia a levar ao mundo, boas novas.
Um único sentimento em nosso coração:
É TEMPO DE IRRADIAR!
E como aprendemos há dobrar o tempo, direi apenas: Até breve!
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